Levante! Coletivo Sindical dos Trabalhadores da Unicamp

quinta-feira, 26 de abril de 2012

1° de maio: CSP-Conlutas convoca ato nacional na Avenida Paulista (SP)


Um grande ato nacional vai comemorar o dia internacional dos trabalhadores e fechará a programação do 1° Congresso da CSP-Conlutas. A atividade Nacional será realizada na Avenida Paulista com concentração às 10h, no Vão do Masp. Às 11h, os manifestantes saírão em marcha com destino à Praça da República onde realizarão o Encerramento Unificado do 1 de Maio junto com outros setores da esquerda independente.

Será um ato classista, organizado pelos sindicatos e demais entidades de classe, sem financiamento das empresas, governos e ONGs, na cidade de São Paulo (SP).

Reunirá os milhares de trabalhadores (as) presentes no Congresso e delegações de diversos estados brasileiros, levantando bem alto as bandeiras de luta dos movimentos sindicais, estudantis e populares brasileiros, abandonadas pela maioria das direções, hoje alinhadas com as políticas dos governos.

Uma delegação internacional comparecerá ao ato, confirmando a vocação internacionalista da CSP Conlutas e nosso compromisso com a luta dos trabalhadores em todo o mundo, contra o capital e por uma sociedade sem exploração.


Campinas
Um ônibus organizado pela CSP-Conlutas sairá de Campinas para participar do 1º de maio em São Paulo. Os interessados devem entrar em contato pelo e-mail levanteunicamp@gmail.com


Veja o panfleto de divulgação nacional

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Hoje é dia de paralisação do serviço público federal

disponível em: CSP-Conlutas


A paralisação será uma resposta e advertência ao governo pelo descaso em relação à pauta de reivindicações da categoria e o protesto criticará as privatizações no setor público federal

O governo Lula aprovou no ano passado a privatização dos Hospitais Universitários criando a EBSERH (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares).  Neste ano, o governo de Dilma Rousseff também conseguiu aprovar a privatização da previdência do servidor público, acabando com a integralidade e criando a FUNPRES (Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal), que nada mais é do que um fundo complementar de previdência privado, no qual o servidor vai ter que recorrer para complementar seu salário após a aposentadoria.

Não bastassem esses ataques, desde 2008 não há recomposição nos salários, e mesmos os acordos firmados com algumas categorias no ano passado, ainda não foram aprovados no Congresso Nacional. “Com os governos petistas é assim, chumbo grosso para cima dos servidores federais, congelamento dos salários, privatização na saúde e previdência e retirada de direitos”, avaliou  o membro da CSP-Conlutas, Paulo Barela.

Segundo o dirigente da Central, após várias reuniões com os representantes da Secretaria de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento, sem que nenhuma das reivindicações tenha sido atendida, os servidores federais decidiram paralisar suas atividades em todo o Brasil no dia 25 de abril, em protesto contra a política do governo Dilma-PT para o setor público. “Não há paciência que resista a tamanhos ataques e a dos servidores federais se esgotou”, enfatizou Barela.

A decisão, tomada pelo Fórum Nacional, que reúne 28 entidades dos servidores Federais mais as centrais sindicais, CSP-CONLUTAS, CTB e CUT, é uma sinalização para o governo de que a categoria não está para brincadeira. “Essa decisão vai no sentido de ampliar o processo de mobilização para construir a greve geral por tempo indeterminado no serviço publico federal, ainda neste semestre”, ressaltou.

A CSP-Conlutas é uma das entidades mais atuantes no fórum dos servidores federais e não só apoia a luta dos servidores federais como coloca todo o esforço de suas entidades filiadas para construção dessa paralisação nacional.

É preciso mostrar para o governo Dilma-PT que sua política econômica, voltada para os interesses dos grandes empresários, banqueiros e latifundiários, encontra forte resistência da classe trabalhadora. Tem sido assim nas grandes obras do PAC e da Copa do Mundo, onde os operários da construção civil lutam contra as péssimas condições de trabalho e os baixos salários e se expressa também na resistência e luta dos servidores federais contra a retirada de seus direitos e os cortes no orçamento da União, que prejudicam a prestação de serviço de saúde e educação para a população carente de nosso país.

terça-feira, 24 de abril de 2012

ACESSIBILIDADE JÁ


Contribuição para o “Xl Congresso dos Trabalhadores da UNICAMP”

Autora: Ruth Hosana Cezarino da Silva
Biblioteca IMECC/UNICAMP


        Este trabalho visa despertar comunidade UNICAMP, desde as instâncias superiores até o usuários dos serviços prestados por ela, a atenção para o trabalhador com deficiência nos setores da universidade. Baseando-se nas leis que apoiam o trabalhador com deficiência no Brasil, inicia-se uma luta para a conquista de seus direitos junto à universidade.
        Aproveitando a oportunidade de participação no XI Congresso dos Trabalhadores da Unicamp, cita-se o STU como sinônimo de luta e canal para se chegar aos objetivos propostos. Mais do que isso, espera-se que todas as pessoas se conscientizem da importância desta luta e que as barreiras do preconceito seja derrubadas.

Por que a luta?
        Não é raro encontrar no dia a dia, até mesmo no corpo funcional da universidade (UNICAMP) pessoas com deficiência física, sensorial ou motora. Um cadeirante percorrendo as rampas ou embarcando em um ônibus coletivo; uma pessoa com deficiência visual deambulando com um bastão; duas ou mais pessoas conversando na linguagem de sinais. Estes quadros são frequentes atualmente e a cada dia essa realidade tende a ser encarada da forma mais natural possível.
        Más... será que todas as pessoas realmente encaram estas situações de forma natural? Será que o trabalhador com deficiência, idoso, ou uma pessoa anã, não sofre preconceitos até mesmo dentro do ambiente de trabalho? Será que as equipes de trabalho, bem como os líderes, estão preparados psicologicamente para oferecer ao colega/subordinados com deficiência, um tratamento igualitário sem ferir sua moral e auto estima? Será que o trabalhador com deficiência, tem conhecimento básicos, das leis que
o apoiam como funcionário público? Acredita-se que não.
        Estas questões, realmente poderão ser respondidas, quando as pessoas estiverem convivendo de perto com a realidade. Quando realmente houver uma pessoa com deficiência, atuando como funcionário na equipe. Isto é característico do ser humano, quando somente reagem ás emoções, ao contato muito próximo da realidade.
        O que acontece na maioria das vezes é que, o trabalhador com deficiência no decorrer do tempo, acaba se interagindo com a equipe de trabalho de tal forma, que automaticamente sua deficiência se torna uma realidade natural. Isto é muito bom, porém, nem sempre acontece dessa forma. Em alguns casos, o funcionário com deficiência enfrenta preconceitos, oriundos ora de lideres, ora de componentes de equipe, os quais simplesmente não possuem uma preparação psicologicamente adequada, para o relacionamento à pessoas com deficiências.
        A UNICAMP já tem avançado um tanto, na questão da acessibilidade no Campus. Percebe-se na construção de rampas nas calçadas e entradas de alguns prédios do campus, adequações de alguns ambientes com a colocação de pisos táteis, corrimão, elevadores, banheiros com um boxes acessíveis, ônibus circulares acessíveis, etc. Mas... em contrapartida ainda há muito o que se fazer, principalmente com relação às barreiras do preconceito.

O Que se propõe a fazer?
        O objetivo desta tese é sensibilizar e promover ações informativas e educativas junto a comunidade da UNICAMP, com relação ao trabalhador com deficiência. Estimulando a inserção e readaptação do trabalhador nos diversos ambientes de trabalho, a direção está voltada especificamente para a sua qualidade de vida e a inclusão no trabalho.
        Em tempos remotos, as ações visavam a integração, ou seja, as pessoas com deficiência deveriam ser adaptadas aos formatos dos ambientes já existentes na sociedade. Felizmente hoje já se aplica a inclusão, quando o ambiente se adapta às necessidades das pessoas.

Onde estão os direitos do trabalhador com deficiência?
        Atualmente são inúmeras as leis que apoiam as pessoas com deficiência, tanto á nível nacional quanto internacional. A tendência é que se crie mais leis a medida em que esta realidade se torne mais complexa. Entre as principais estão a “Lei de Quotas”, a qual permite uma porcentagem de vagas para pessoas com deficiência em todos as categorias de seleção, inclusive em concurso público:
        Entre muitas leis existentes no Brasil e no Exterior, algumas podem ser conferidas no site: http://www.soleis.com.br/deficiencia.htm

Depoimentos:
1- Diálogo entre um funcionário público municipal com deficiência e um advogado:
“Tenho direito a redução de carga horária, pois trabalho 44 horas semanais? Sou portador de deficiência física (póliomelite); sou efetivado, fiz concurso para o cargo de deficiente; tenho mais de 4 anos de trabalhando na prefeitura.
Resposta: Olá... Não, e o seu trabalho é condizente com as suas deficiências (o que obviamente deve ser, já que o concurso foi específico para deficiente), não há qualquer direito que lhe caiba, muito menos redução de jornada. A única preferência que tem, é um trabalho que não implique em discriminação ou prejuízos a sua saúde. Mas o horário é igual para todos (e não deveria ser de outro modo, afinal todos somos iguais perante a Lei - Art. 5º, "caput" da CF/88).
Comentário do autor da pergunta:
Si, sua resposta vai ajudar bastante, tomara que um dia alguém lhe seja tão prestativa como você foi para mim. Beijos. Carlos”

2- Respostas recentes (Abril de 2012) de uma funcionária com deficiência motora, na UNICAMP.
As respostas serão sigilosas, não sendo intenção publicar nomes. Serão provavelmente utilizadas como base, para justificativa em trabalhos futuros.
Você tem o conhecimento das leis que o protege/beneficia como funcionário público com deficiência? Resposta: “A única lei que conheço é sobre as cotas no momento da inscrição para o processo seletivo.”
Enfrenta algum problema para desempenhar sua função, com relação á: máquinas, equipamentos e infraestrutura, de maneira geral na universidade:
Resposta: “o grande problema é a distancia entre os lugares e algumas calçadas irregulares na universidade, a falta de acessibilidade em alguns prédios é a maior dificuldade que encontro. Algumas rampas em
calçadas estão mal planejadas, elas são muito íngremes dificultando mais do que ajudando”.

O que pode ser mudado?
        Com base na lei 8.028 de 1990 - parágrafo único, algumas ações se fazem necessárias para que a universidade esteja favoravelmente enquadrada nelas. As propostas são:
• Promover ações para que todos os institutos da universidade insiram em seus quadros funcionais, uma ou mais pessoas com perfis acessíveis, ou seja aptas a oferecerem treinamentos à pessoas com deficiências como: interprete da linguagem LIBRAS, idiomas estrangeiro, etc. E até mesmo agilidade física para
locomoção, no caso de deficiência física motora.
• Discutir novas propostas para oferecer mais facilidades e benefícios ao trabalhador com deficiência e levá-las as instâncias superiores.
• Fortalecer as ações para que todos os institutos e faculdades, preparem-se para receber trabalhador com deficiência suas equipes . As metodologias poderão ser com o segue:
- estimulando a conscientização através de treinamentos palestras, campanhas, distribuição de cartilhas, etc.– onde as equipes são treinadas física e psicologicamente para a convivência e adaptação com o colega deficiente. Cumprindo a lei: Lei 10.0098/00 – Cap.VIII
- preparar gestores de equipes para a seleção e, remanejamento das mesmas, desde os primeiros momentos como processo de seleção na universidade (gestão de equipes) utilizando por exemplo, técnicas da “inteligência emocional”. Um modelo dessas técnicas está no artigo apresentado no SENABRAILLE/2011. Cumprindo a lei: Lei 7.853 de 24 de Outubro de 1989. Parágrafo único. IV -b.
- adequando equipamentos e materiais; otimizando as atividades da equipe de forma plena e harmoniosa.
• Fortalecer as ações existentes para que todos os institutos e faculdades componham entre os equipamentos básicos de trabalho, outros como cadeiras de rodas, muletas, entre outros objetos, para facilitar o acesso ás dependências em situações de emergência.
• Estender benefícios também à trabalhadores que possuem dependentes com deficiência física, propondo regulamentos junto aos órgão competentes.
• Entre outras propostas futuras.

Em conclusão...
        Certamente o espaço deste congresso é um momento rico, para se expor as expectativas do trabalhador. Pode se dizer um “momento rico” pois, sendo o STU um órgão destinado também a apoiar o trabalhador nas inúmeras reivindicações, galgando montanhas e atravessando mares de preconceitos políticos governamentais, na maioria das vezes conquista seus espaços. Em se falando de preconceito... não poderia deixar de incluir também, as expectativas destes trabalhadores com deficiência. Porque?
− É um espaço extremamente importante para se fazer ouvir a voz do trabalhador e porque não, a voz da “Inclusão Social”?
− Não são ouvidos como deveriam ser. As atenções direcionadas, são ainda um tanto superficiais por parte até mesmo, das próprias equipes de trabalho. Quando se propõe um tema a discutir na universidade, a questão da inclusão social fica para depois. Por que será que isso acontece? Isso deve ser mudado!
− É acreditável que, através destas oportunidades, como liberdade de expressão, a questão da “inclusão social” se tornará cada vez mais comum na linguagem popular da universidade, do Brasil e do mundo.
− Quando se fala de usuários dos serviços que a universidade oferece á população, não se pode esquecer dos que estão nos “bastidores” : o trabalhador que, em virtude das novas tendencias das leis da “inclusão social”, sempre terá um trabalhador com deficiência.
        Muitas vezes os componentes da equipe sindical, arriscam suas carreiras funcionais junto em debates com as instâncias superiores da universidade, más acreditam que,a luta unificada vence muitas barreiras. Portanto é digno de ser ouvido, discutido e aplaudido pelos avanços conquistados pela coragem e determinação e muito mais pela esperança de um futuro premiado de novas conquistas.

e-mail para contato: ruthosac@ime.unicamp.br

1º Encontro de Mulheres da CSP-Conlutas


               No dia 27 de abril, um dia antes do Congresso da CSP Conlutas, vai acontecer o 1º Encontro de Mulheres da CSP-Conlutas, uma alternativa de organização e luta para a classe trabalhadora brasileira. A organização das mulheres trabalhadoras em espaços específicos de discussão e organização de suas lutas são fundamentais para a constante batalha para que as demandas das mulheres sejam permanentemente incorporadas pelo conjunto das organizações da classe trabalhadora, como os sindicatos e a CSP Conlutas.
Para participar do Encontro, não precisa ser eleita delegada, pois será um Encontro, que vai discutir a conjuntura e a importância da organização de base para as mulheres trabalhadoras. O Encontro terá uma taxa que vai garantir o café da manhã e o almoço do dia 27 (sexta feira).
               As trabalhadores da Unicamp que quiserem participar podem enviar um e-mail para levante.unicamp@gmail.com para maiores informações.


Programação e funcionamento do Encontro:
9h: Pequena solenidade de abertura e saudação de uma ativista egípcia que virá ao Encontro de Mulheres, Congresso da CSP Conlutas e Encontro Internacional.
9h30: Mesa: fala de conjuntura, abordando os principais acúmulos da CSP Conlutas sobre o tema e apresentando o conteúdo da Carta que busca-se aprovar no Encontro.
Falas de alguns sindicatos e movimentos que vão refletir experiências de organização de base no setor privado, público, movimento sindical e movimento popular. Logo após serão abertas falas para o plenário.

12h30: Almoço

14h: Leitura e aprovação da Carta do Encontro de Mulheres

14h30 às 16h30: Plenária do Movimento Mulheres em Luta
- Breve apresentação das Teses ao Congresso da CSP Conlutas
- Apresentação da proposta de nomes das delegadas do MML ao Congresso
- Apontamento da realização do Encontro Nacional do MML

Para saber mais, acesse o blog do MML

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Congresso Nacional da FASUBRA: derrota da CUT e fortalecimento do polo de esquerda

fonte: CSP-Conlutas


O XXI CONFASUBRA (Congresso Nacional da Fasubra – Federação de Sindicatos de Trabalhadores em Educação das Universidades Brasileiras) aconteceu de 11 a 15 de abril, em Poços de Caldas (MG), com participação de 1.076 delegados (as) vindos de todos os estados do Brasil.

O evento foi polarizado entre as posições do bloco de esquerda e a bancada governista. O congresso teve como ponto alto a votação da proposta apresentada pelos cutistas defendendo a refiliação da FASUBRA à CUT.  Os governistas bem que tentaram, mas por maioria do plenário, os delegados e as delegadas, presentes ao XXI CONFASUBRA, mantiveram a desfiliação da federação à CUT.

O companheiro Doni, da direção nacional da entidade e militante da CSP-Conlutas, falou aos congressistas em defesa da manutenção da desfiliação: “Se no congresso passado defendemos a desfiliação dessa central chapa branca, porque apoiou a reforma da previdência de 2003 e esteve ausente nas lutas dos servidores federais contra o governo Lula, agora nossas razões são ainda maiores”, salientou.

Segundo o dirigente, a CUT nada fez para apoiar a luta dos servidores federais contra a aprovação do FUNPRESP e a EBSERH. “Ao contrário, os ex-dirigentes dessa central pelega, hoje parlamentares, votaram pela privatização da saúde e previdência do servidor federal. Ainda não derrotamos completamente o governismo em nossa federação, mas sua central entreguista, comprometida com o governo, os patrões e a burguesia, não passará em nosso congresso”, salientou.

Após as defesas, a decisão foi de manter a federação desfiliada da CUT com 534 congressistas votando contra a refiliação e 489 a favor.


Calendário de lutas aprovado no debate sobre o plano de ação

25/04 – Organizar a participação dos trabalhadores das Universidades no Dia Nacional de Luta com paralisação dos servidores;

30/04 - Data limite para o governo responder à pauta de reivindicações do Fórum Nacional das Entidades dos SPF;

09 e 10/05 - Paralisação Nacional com os eixos: reajuste emergencial (com negociação das pautas protocoladas no MEC e MPOG), elevação do piso  salarial e aumento do auxílio alimentação, racionalização, aposentados e Anexo IV;

17/05 - Envio de Caravanas à Brasília;

30/05 - Data limite para encerramento das negociações da pauta específica com o Governo Federal.

CSP-Conlutas propõe unificação da esquerda e sai fortalecida na direção da FASUBRA

Desde o início, os delegados (as) da CSP-Conlutas defenderam a construção de um polo de oposição, unificando todas as forças de esquerda presentes no congresso para tentar derrotar o governismo. Um panfleto chamando a unidade foi apresentado aos congressistas com a proposta de uma chapa unificada para a Direção Nacional. A Frente Sindical BASE, composta por militantes da CSP-Conlutas, MES e Independentes, e o VAL (C-SOL, Intersindical e Independentes) tiveram acordo desde o início com essa unidade. Porém, havia resistência nos outros setores – Unidos pra Lutar e PSLivre. No final, a chapa unitária só foi fechada porque esses dois setores foram muito pressionados por suas bases, que exigiram de suas direções que compusessem a unidade com as outras forças.

Para o membro da CSP-Conlutas, Paulo Barela, presente no Congresso, essa foi uma vitória muito importante para a CSP-Conlutas, que se expressou na construção do maior bloco do congresso, uma vez que o governismo se dividiu em três chapas: duas cutistas, CSD e Tribo, e uma da CTB. Apesar de, na soma dos cargos, as três chapas governistas terem maioria, ou seja, 13 cargos, contra 11 do Bloco de Esquerda, na Coordenação Geral, o bloco ficou com duas vagas, enquanto que os governistas ficaram com apenas uma. Como a CSP-Conlutas era majoritária no BASE e essa frente teve o direito de escolher a terceira vaga na Coordenação Geral, foi eleito o companheiro Gibran, de Goiás, integrante da Central.

Segundo Gildean, “derrotamos o governismo na FASUBRA e nossa Central vai ocupar uma posição de destaque nessa direção”. Para ele, isso comprova que a política de unidade com todas as forças de esquerda em uma única chapa estava acertada. “Vamos viver um novo patamar na disputa política da direção da FASUBRA, com melhores perspectivas na base da categoria”, sintetizou.

A companheira Ivanilda, também da CSP-CONLUTAS, foi eleita na direção para desenvolver o trabalho na Secretaria da Mulher Trabalhadora. “O machismo infelizmente ainda é uma marca muito forte na Universidade Federal e a FASUBRA nunca conseguiu apresentar um projeto consequente para combatê-lo”, explicou. Ivanilda destacou ainda que a marca desta Secretaria será a construção de um projeto, no marco da luta de classes. “A luta da mulher pela sua emancipação e contra a opressão machista se combina com a luta contra as políticas dos governos burgueses e contra o capitalismo”, destacou.

Marcelino Rodrigues, que deixa a direção da entidade, avaliou que na gestão na direção da FASUBRA a Central encarou um duro embate com as correntes da CUT e CTB no qual a categoria foi chamada para lutar contra o governo. Rodrigues deu como exemplo a greve do ano passado na qual o embate contra a burocracia, sobretudo a cutista, continuaram muito duros, por isso, persiste a necessidade de aprofundar a organização dos técnicos administrativos para enfrentar o governo do mesmo modo. “Creio que os companheiros da CSP-CONLUTAS que assumem essa nova direção reúnem as condições e o comprometimento necessário para desenvolver a tarefa”, avaliou.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Amanhã tem Assembleia Geral no Básico!

Estamos na reta final do Congresso do STU!

As últimas unidades estão realizando suas reuniões setoriais para tiragem de delegado e terça-feira (17/04) tem a Assembleia Geral, no básico às 12h.

Aqueles que não saíram como delegados em suas Unidades deverão participar da Assembleia Geral.

A cada 10 presentes, sai um delegado. Todos presentes! Vamos fazer um bom Congresso para traçar as nossas lutas para os próximos dois anos!

Clique aqui e conheça a nossa tese: O futuro é tão grande... Vamos de mãos dadas!

terça-feira, 10 de abril de 2012

Quinta tem reunião do Levante!

Quinta-feira será a reunião do coletivo!


Não esqueçam: dia 12 de abril, às 12h00, nas mesinhas do IMECC.

Pautta:

Congresso do STU e Congresso da CSP Conlutas - perspectivas de luta e campanha salarial 2012

Todos(as) lá, para fazermos um bom encontro!

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Reunião Levante em 12 de abril, 12h00


No dia 12 de abril, 12h00, nas mesinhas do IMECC, haverá reunião do coletivo.

Assuntos:

Congresso do STU e Congresso da CSP Conlutas - perspectivas de luta e campanha salarial 2012

Todos(as) lá, para fazermos um bom encontro!

terça-feira, 3 de abril de 2012

Participe do 1º Congresso da CSP-Conlutas

Os trabalhadores de base e os diretores do STU que quiserem fazer a experiência com uma alternativa de Central Sindical que participa do processo de reorganização dos setores combativos dos movimentos sociais, poderão participar do 1º Congresso da CSP-Conlutas.

O 1º Congresso da CSP-Conlutas acontecerá de 27 a 30 de abril, em Sumaré, São Paulo. Realizaremos uma assembleia no dia 12/04 às 12h00 nas mesinhas atrás do IMECC. Participem!


A CSP-Conlutas é uma experiência inovadora na organização de nossa classe no Brasil. Unir, numa mesma entidade nacional, os movimentos sindicais, populares, da juventude e de luta contra a opressão das mulheres, negros, homossexuais e outros segmentos.





Clique aqui e conheça mais sobre a CSP-Conlutas
Clique aqui e conheça mais sobre o 1º Congresso Nacional da CSP-Conlutas