As inscrições para candidatos ao Conselho de Representantes encerram nesta 6ª feira (23/03).
Somente os trabalhadores sindicalizados participam das eleições, podendo votar e se candidatar.
Para maiores informações, procure o STU.
Participem!
Vamos fortalecer os CRs e a organização pela base!
Levante! Coletivo Sindical dos Trabalhadores da Unicamp
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quinta-feira, 22 de março de 2012
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
BALANÇO DAS ELEIÇÕES
A vitória da chapa de oposição mostra que temos um grande espaço de construção no movimento, pois reflete que a categoria está indignada com o imobilismo da gestão anterior que frustou as mobilizações dos últimos 4 anos.
É uma vitória do movimento porque a chapa eleita traz as reivindicações do próprio movimento e abre uma possibilidade de mobilização muito grande. Reflete-se também o fato de haver um descontentamento com as políticas do PT e do PCdoB com relação ao Governo Hélio na cidade de Campinas e que a categoria está descontente com o modelo sindical da CUT/CTB de atrelamento e aliança governista e de um sindicato de negociação.
Demonstra que a categoria tem disposição para lutar e desejam um sindicato combativo, ampliando as possibilidades de mobilização.
Entretanto, a chapa eleita sai fortalecida já que existe uma grande expectativa. É preciso ter cuidado e sensibilidade para não cairmos no sectarismo nem sermos colocados no mesmo ponto que o PT/PCdoB somente por sermos oposição. Para tanto, precisamos avançar no debate político com a categoria, não deixar o sindicato restringir-se ao partidarismo como norte às discussões.
Nosso papel será manter a luta pela construção de um sindicalismo de luta e combativo, por isso deveremos fazer muita campanha e propaganda para a retomada dos eixos da campanha e das discussões congressuais.
Como as eleições refletiram a insatisfação da categoria com relação ao Alerta e ao PT, significa que a categoria via que era a oposição que puxava as lutas.Todas essas reflexões, análises e balanços fazem com que nós repensemos a nossa tarefa e até mesmo o nosso encontro para o dia 07 de setembro.
Frente a todos os pontos colocados, precisamos conhecer o calendário, as datas para pautarmos a nossa atuação nas tarefas para o próximo período
TAREFAS DO MOVIMENTO E COBRANÇA PARA A NOVA GESTÃO
Algumas das questões que teremos de tratar como tarefas e cobrança da nova gestão são:
1). Os ingressantes: há pouca adesão de ingressantes filiados. Precisamos fazer uma campanha de filiação e continuar denunciando que o estágio probatório é igual ao assédio moral
2). Mulheres: precisamos aproveitar que existe o espaço sobre a discussão da violência contra a mulher e trabalhar materiais específicos que discutam o assunto. Trabalhar uma campanha de filiação específica para o tema, convidando as mulheres para participarem mais ativamente das atividades sindicais, que, inclusive, se mostra como um espaço predominantemente masculino.
3) Funcamp: precisamos avançar nas discussões sobre a terceirização e devemos trabalhar um campanha de filiação específica também para os trabalhadores da Funcamp
4) Além das campanhas específicas de filiação, precisamos incorporar uma campanha de filiação ao STU
5) Unidades fora do campus: precisamos pensar e discutir como incorporar os trabalhadores que estão fora do campus e como vencer as barreiras de distância.
6). Preparar o debate sobre central sindical porque a chapa eleita já estava dizendo que a nova central será a Intersindical e precisamos debater com toda a categoria.
7). Proporcionalidade: fazer muita propaganda e ver o que a chapa vai dizer a respeito. Não deixar o assunto "morrer" porque agora que eles se elegeram não precisa mais.
8). Reestruturação dos CRs e nova composição já para os conselhos de unidade
9). Fim do imposto sindical e devolução imediata da contribuição paga de todos os trabalhadores, filiados ou não
10). Retomar a questão da plenária estadual das universidades e estadualização das nossas lutas junto com o Sintusp e Sintunesp
11) Retomada da campanha salarial no segundo semestre: é pra lutar ou é para desmobilizar o foco dos trabalhadores e esvaziar o congresso? Devemos usar a campanha salarial para aproveitar a disposição dos trabalhadores e discutir estrutura sindical e o congresso.
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Carta aberta sobre as eleições do STU
A MUDANÇA NO SINDICATO DEPENDE DAS LUTAS DOS TRABALHADORES
* por Adriana Stella
Gostaria de parabenizar os companheiros da chapa 1 que pela vitória nas eleições do STU. No entanto, precisamos sempre lembrar que não basta votar, é preciso lutar!
A mudança no sindicato depende da luta dos trabalhadores. Por isso, precisamos continuar lutand:.vamos nos inserir nos debates sobre o congresso!
Precisamos fazer uma campanha de filiação para que mais servidores participem ativamente dessas discussões e do STU.
E, neste momento, é tarefa de todos nós refletir sobre os resultados das eleições, fazer nossos balanços e as críticas. Vamos, juntos, lutar por sindicato de luta e combativo!
Clique aqui e confira o resultado das eleições
Adriana Stella, IMECC
* por Adriana Stella
Gostaria de parabenizar os companheiros da chapa 1 que pela vitória nas eleições do STU. No entanto, precisamos sempre lembrar que não basta votar, é preciso lutar!
A mudança no sindicato depende da luta dos trabalhadores. Por isso, precisamos continuar lutand:.vamos nos inserir nos debates sobre o congresso!
Precisamos fazer uma campanha de filiação para que mais servidores participem ativamente dessas discussões e do STU.
E, neste momento, é tarefa de todos nós refletir sobre os resultados das eleições, fazer nossos balanços e as críticas. Vamos, juntos, lutar por sindicato de luta e combativo!
Clique aqui e confira o resultado das eleições
Adriana Stella, IMECC
CHAPA 1 GANHA AS ELEIÇÕES SINDICAIS
Confira o resultado das eleições
| Urna | Unidade | Total de votos | Chapa 1 | Chapa 2 | Brancos | Nulos |
| 1 | FE | 35 | 9 | 25 | 1 | 0 |
| 2 | FEA | 52 | 27 | 21 | 1 | 3 |
| 3 | FEC | 35 | 29 | 6 | 0 | 0 |
| 4 | FCM | 67 | 44 | 20 | 1 | 2 |
| 5 | FEF | 18 | 12 | 5 | 0 | 1 |
| 6 | FEAGRI | 16 | 12 | 3 | 0 | 1 |
| 7 | FEQ | 19 | 13 | 4 | 0 | 2 |
| 8 | FEEC | 12 | 6 | 5 | 1 | 0 |
| 9 | FEM | 22 | 7 | 10 | 2 | 3 |
| 10 | FOP | 47 | 6 | 40 | 0 | 1 |
| 11 | IA | 44 | 31 | 12 | 1 | 0 |
| 12 | IB | 65 | 27 | 34 | 3 | 1 |
| 13 | IE | 14 | 13 | 1 | 0 | 0 |
| 14 | IEL | 31 | 25 | 6 | 0 | 0 |
| 15 | IFCH | 36 | 27 | 6 | 1 | 2 |
| 16 | IFGW | 34 | 25 | 7 | 1 | 1 |
| 17 | IG | 25 | 10 | 15 | 0 | 0 |
| 18 | IMECC | 16 | 14 | 2 | 0 | 0 |
| 19 | IQ | 47 | 39 | 8 | 0 | 0 |
| 20 | HC | 200 | 107 | 74 | 5 | 14 |
| 21 | HC | 145 | 79 | 53 | 5 | 8 |
| 22 | HC | 156 | 85 | 50 | 8 | 13 |
| 23 | HC | 160 | 87 | 60 | 2 | 11 |
| 24 | CAISM | 139 | 67 | 63 | 2 | 7 |
| 25 | CAISM | 137 | 61 | 68 | 0 | 8 |
| 26 | FT | 79 | 7 | 68 | 1 | 3 |
| 27 | COTUCA | 20 | 15 | 4 | 1 | 0 |
| 28 | CPQBA | 29 | 14 | 8 | 3 | 4 |
| 29 | DGA | 98 | 50 | 42 | 1 | 5 |
| 30 | DGA | 108 | 56 | 43 | 3 | 6 |
| 31 | DGA | 67 | 35 | 29 | 0 | 3 |
| 32 | Aposentados | 103 | 20 | 82 | 1 | 0 |
| 33 | PB | 61 | 22 | 31 | 1 | 7 |
| 34 | Computação | 33 | 19 | 12 | 0 | 2 |
| 35 | BC | 43 | 21 | 17 | 1 | 4 |
| 36 | Gastrocentro | 84 | 57 | 24 | 2 | 1 |
| TOTAL | 2297 | 1178 | 958 | 48 | 113 |
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
A MUDANÇA NO SINDICATO DEPENDE DAS LUTAS DOS TRABALHADORES
Por Adriana Stella*
A construção de um sindicato combativo é cotidiana e se faz com a inserção de toda a base nas discussões, nas políticas, nas ações. Para que possamos enfrentar todas as lutas com combatividade, não podemos simplesmente delegar a tarefa sindical às lideranças do movimento.
Por este motivo, não basta simplesmente votarmos nas eleições sindicais; precisamos participar ativamente das lutas e, nas eleições, temos de fazer um voto crítico com relação aos programas das chapas.
A chapa 1 se apresenta como grupo de oposição. Suas lideranças são filiadas ao PSOL, seu campo majoritário é formado por estudantes ou ex-estudantes da Unicamp que há muitos anos estão no DCE. Os demais integrantes da chapa são lutadores e ativistas independentes que se referenciam em um novo projeto sindical.
Esse novo projeto sindical que a chapa 1 apresenta traz bandeiras históricas do movimento sindical, agrega as novas bandeiras de luta (como o problema do estágio probatório) e, principalmente, apresenta-se como independente à Reitoria e governos.
Todos nós devemos reivindicar esse programa e esse projeto sindical. Não devemos nos enganar com as lideranças da chapa 1 que pedem a nossa "confiança para enfrentar a reitoria juntos". Não é questão de confiança.
Isto significa que não podemos simplesmente votar e acreditar naqueles que "confiamos". O voto não pode substituir a nossa ação, a nossa prática cotidiana. Devemos votar na chapa 1, fazendo um voto crítico, votando no programa que é do movimento sindical da Unicamp, não da chapa. Devemos votar na chapa 1 sabendo que as suas lideranças têm interesses "eleitoreiros", mas sabemos que os demais companheiros dessa chapa são lutadores combativos.
Já a chapa 2, que representa a continuidade, que não se apresenta com independência frete à Reitoria e aos governos. As lideranças desta chapa não têm interesse nas mobilizações e em avançar nas lutas dos trabalhadores.
Por isso, convidamos todos os ativistas e lutadores da chapa 1 e chapa 2 que questionem suas lideranças nas suas contradições e venham debater conosco um novo modelo de sindicalismo para o STU.
E a todos os lutadores e ativistas da Unicamp, vamos fazer um voto crítico à chapa 1. Mas, para além das eleições e independente de quem seja eleito, precisamos mudar o STU para um sindicalismo autônomo, de luta e combativo com as seguintes bandeiras:
TODO DECISÃO É DA BASE
- Fortalecimento das bases: reestruturação dos CRs como Conselhos de Unidades;
- Poder para a base destituir qualquer membro da diretoria se entender que ele/a não está lutando pel@s trabalhadore/as;
- Desfiliação da CTB e que a discussão sobre filiação à Central Sindical seja feita com o conjunto da categoria;
- Proporcionalidade na direção;
- Não ao imposto sindical: devolução integral do imposto recebido pelo STU.
UNIFICAÇÃO NAS LUTAS DAS UNIVERSIDADES E DA CLASSE
- Nosso sindicato deve lutar com o Sintusp, Sintunesp e todos os movimentos de trabalhadore/as;
- Carreira única e isonômica: o STU deve lutar pela criação de uma carreira única e isonômica entre as três Universidades;
É PAPEL DO SINDICATO LUTAR CONTRA QUALQUER TIPO DE VIOLÊNCIA E CONTRA TODAS AS OPRESSÕES AOS TRABALHORES E TRABALHADORAS
- Contra a criminalização dos movimentos sociais. LUTAR É UM DIREITO!
- Pelo fim do estágio probatório: o STU tem de assumir a luta contra o assédio;
- Lutar contra toda forma de opressão à classe trabalhadora.
* Adriana Stella, IMECC
A construção de um sindicato combativo é cotidiana e se faz com a inserção de toda a base nas discussões, nas políticas, nas ações. Para que possamos enfrentar todas as lutas com combatividade, não podemos simplesmente delegar a tarefa sindical às lideranças do movimento.
Por este motivo, não basta simplesmente votarmos nas eleições sindicais; precisamos participar ativamente das lutas e, nas eleições, temos de fazer um voto crítico com relação aos programas das chapas.
A chapa 1 se apresenta como grupo de oposição. Suas lideranças são filiadas ao PSOL, seu campo majoritário é formado por estudantes ou ex-estudantes da Unicamp que há muitos anos estão no DCE. Os demais integrantes da chapa são lutadores e ativistas independentes que se referenciam em um novo projeto sindical.
Esse novo projeto sindical que a chapa 1 apresenta traz bandeiras históricas do movimento sindical, agrega as novas bandeiras de luta (como o problema do estágio probatório) e, principalmente, apresenta-se como independente à Reitoria e governos.
Todos nós devemos reivindicar esse programa e esse projeto sindical. Não devemos nos enganar com as lideranças da chapa 1 que pedem a nossa "confiança para enfrentar a reitoria juntos". Não é questão de confiança.
Isto significa que não podemos simplesmente votar e acreditar naqueles que "confiamos". O voto não pode substituir a nossa ação, a nossa prática cotidiana. Devemos votar na chapa 1, fazendo um voto crítico, votando no programa que é do movimento sindical da Unicamp, não da chapa. Devemos votar na chapa 1 sabendo que as suas lideranças têm interesses "eleitoreiros", mas sabemos que os demais companheiros dessa chapa são lutadores combativos.
Já a chapa 2, que representa a continuidade, que não se apresenta com independência frete à Reitoria e aos governos. As lideranças desta chapa não têm interesse nas mobilizações e em avançar nas lutas dos trabalhadores.
Por isso, convidamos todos os ativistas e lutadores da chapa 1 e chapa 2 que questionem suas lideranças nas suas contradições e venham debater conosco um novo modelo de sindicalismo para o STU.
E a todos os lutadores e ativistas da Unicamp, vamos fazer um voto crítico à chapa 1. Mas, para além das eleições e independente de quem seja eleito, precisamos mudar o STU para um sindicalismo autônomo, de luta e combativo com as seguintes bandeiras:
TODO DECISÃO É DA BASE
- Fortalecimento das bases: reestruturação dos CRs como Conselhos de Unidades;
- Poder para a base destituir qualquer membro da diretoria se entender que ele/a não está lutando pel@s trabalhadore/as;
- Desfiliação da CTB e que a discussão sobre filiação à Central Sindical seja feita com o conjunto da categoria;
- Proporcionalidade na direção;
- Não ao imposto sindical: devolução integral do imposto recebido pelo STU.
UNIFICAÇÃO NAS LUTAS DAS UNIVERSIDADES E DA CLASSE
- Nosso sindicato deve lutar com o Sintusp, Sintunesp e todos os movimentos de trabalhadore/as;
- Carreira única e isonômica: o STU deve lutar pela criação de uma carreira única e isonômica entre as três Universidades;
É PAPEL DO SINDICATO LUTAR CONTRA QUALQUER TIPO DE VIOLÊNCIA E CONTRA TODAS AS OPRESSÕES AOS TRABALHORES E TRABALHADORAS
- Contra a criminalização dos movimentos sociais. LUTAR É UM DIREITO!
- Pelo fim do estágio probatório: o STU tem de assumir a luta contra o assédio;
- Lutar contra toda forma de opressão à classe trabalhadora.
* Adriana Stella, IMECC
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
NÃO BASTA VOTAR, É PRECISO LUTAR
Estamos em processo de eleições para o STU com duas chapas em campanha: a chapa 1 - Vamos à Luta - se apresentan- do como oposição sindical e a chapa 2 - Unidos para Lutar - afirmando a continuidade da atual gestão do sindicato.
A chapa 2 representa a continuidade, está aliada à Reitoria e as lideranças que comandam esta chapa não tem interesse nas mobi-lizações e em avançar nas lutas d@s trabalhadore/as.
A chapa 1,traz um programa mais avançado para @s trabalhadore/as e para o movimento sindical, incorporando bandeiras histó-ricas e novas, como a proporcionalidade na Direção do STU, a reativação dos CRs, contra o estágio probatório, fim das punições. O problema é que as lideranças desta chapa são burocráticas e usam um programa avançado para atrair ativistas honest@s, mas não mantêm uma prática em que aplicam o seu próprio programa.
Isto fragmenta o movimento e enfraquece o projeto do sindicalismo combativo e democrático. Exemplo desta prática foi que as lideranças desta chapa não queriam se incorporar na luta contra as punições, não participaram da construção da luta contra a violência sexual, não discutiram as mudanças na avaliação de desempenho e se fecharam sem dialogar com outr@s ativistas. Por isso, não basta votar, é preciso que todos participem das lutas.
Nós do Levante! pretendemos discutir amplamente ao longo das eleições e enviaremos e-mails, publicaremos em nosso blog artigos de nossos ativistas sobre as eleições. Entendemos que é preciso participar dos debates, acompanhar todas as discussões e fazer um voto crítico. Antes de votar, pense e reflita: o que garante os avanços para a classe trabalhadora é a organização e a luta de tod@s @s trabalhadore/as. Vote na chapa 1 ou vote nulo, mas faça um voto crítico contra a chapa 2.
A chapa 2 representa a continuidade, está aliada à Reitoria e as lideranças que comandam esta chapa não tem interesse nas mobi-lizações e em avançar nas lutas d@s trabalhadore/as.
A chapa 1,traz um programa mais avançado para @s trabalhadore/as e para o movimento sindical, incorporando bandeiras histó-ricas e novas, como a proporcionalidade na Direção do STU, a reativação dos CRs, contra o estágio probatório, fim das punições. O problema é que as lideranças desta chapa são burocráticas e usam um programa avançado para atrair ativistas honest@s, mas não mantêm uma prática em que aplicam o seu próprio programa.
Isto fragmenta o movimento e enfraquece o projeto do sindicalismo combativo e democrático. Exemplo desta prática foi que as lideranças desta chapa não queriam se incorporar na luta contra as punições, não participaram da construção da luta contra a violência sexual, não discutiram as mudanças na avaliação de desempenho e se fecharam sem dialogar com outr@s ativistas. Por isso, não basta votar, é preciso que todos participem das lutas.
Nós do Levante! pretendemos discutir amplamente ao longo das eleições e enviaremos e-mails, publicaremos em nosso blog artigos de nossos ativistas sobre as eleições. Entendemos que é preciso participar dos debates, acompanhar todas as discussões e fazer um voto crítico. Antes de votar, pense e reflita: o que garante os avanços para a classe trabalhadora é a organização e a luta de tod@s @s trabalhadore/as. Vote na chapa 1 ou vote nulo, mas faça um voto crítico contra a chapa 2.
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