Convidamos todos a participar da construção coletiva desta tese e avançar na organização de base. Até o dia 17/02, sexta-feira, envie a sua contribuição para levanteunicamp@gmail.com
1. Conjuntura nacional e internacional
A crise econômica veio para ficar e seus efeitos já são considerados maiores que a crise de 1929, gerando mobilizações na Europa. No mundo árabe, revoluções derrubam ditaduras. No Haiti, a ocupação militar brasileira está a serviço do imperialismo para oprimir o povo.
No Brasil, o Governo Dilma aumenta os juros, diminui os investimentos públicos e arrocha salários, favorecendo os banqueiros e a grande burguesia. Ao mesmo tempo, privatiza os aeroportos e avança na privatização dos Correios e dos hospitais universitários.
Em São Paulo, Alckimin promove a higienização sócio-racial e a criminalização dos movimentos sociais, como em Pinheirinho e na Cracolândia.
Em Campinas, os vereadores aumentam o próprio salário em 126% e não abrem eleições diretas para Prefeito.
2. Universidade
A Reitoria não ouve as reivindicações dos trabalhadores por isonomia de salários e de direitos e prioriza os investimentos em obras faraônicas, como a reforma do Básico e o CB3. Também não discute paridade e democracia dentro na Universidade, aplicando a lei da mordaça aos trabalhadores grevistas e descontando seus salários.
3. Estrutura sindical
- avançar na construção pela base: a base decide
- reestruturação dos CRs em Conselhos de Unidades construídos pela base, com plena participação na elaboração política do STU
- proporcionalidade
- mandatos de diretores revogáveis pela base e limite de reeleições
- autonomia em relação a partidos políticos
- independência de classe, a governos e Reitoria
- fim do imposto sindical
- desfiliação da CTB
- definição de filiação à Central Sindical após amplo debate com a base
- participação orgânica do STU no processo de reorganização dos setores combativos do movimento sindical e na construção de uma central que unifique estes setores.
4. Alterações estatutárias
Todas as mudanças necessárias para efetivação da participação plena da base na elaboração política do STU e na renovação da estrutura sindical.
5. Planos de lutas
- Isonomia já e R$ 510 pra todo mundo!
- Contra a privatização do HC!
- Pelo fim do estágio probatório!
- Fim das punições, dos descontos e da lei da mordaça!
- Paridade nas instâncias da universidade!
- Redução da jornada: 30 horas é você quem faz!
- Carreira unificada entre as estaduais paulistas construída pelos trabalhadores!
- Fim das terceirizações!
- Contra a criminalização dos movimentos sociais: lutar não é crime, é um direito!
6. Políticas permanentes e combate às opressões: questão racial, gênero e orientação sexual
- Criação da Coordenação de Mulheres, tendo uma diretora liberada
- Encontros bienais da luta contra as opressões, intercalando com os anos de Congresso do STU
- Construção de creches para atender toda a demanda
- Combate à homofobia, ao racismo e à violência contra a mulher!
- Pelo fim da violência contra a mulher! Punição aos agressores! Construção de casas-abrigo! Ampliação e aplicação da Lei Maria da Penha!
- Anticoncepcionais para não abortar. Aborto legal, seguro e gratuito para não morrer!
- Ampliação da licença paternidade para 30 dias
- Cursos de formação, debates e demais atividades que discutam o tema das opressões e sexualidade
- Defesa da união estável civil homossexual
- Garantir publicações mensais e periódicas ou boletins especiais que trate especificamente das opressões
- Levantamento minucioso sobre a realidade funcional dos setores oprimidos e da manifestação das opressões nas relações de trabalho: assedio sexual, assedio moral em função de raça, sexo ou orientação sexual e outras formas de opressão.
Nenhum comentário:
Postar um comentário